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  Revista Diretor Funerário  
 
  Novembro 2009
24/02/2010

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Enquanto fechava a edição deste mês, um episódio me chamou a atenção e me fez refletir bastante. O setor funerário está num momento de apogeu. As empresas que há 10 anos iniciavam um processo de reformulação, apostando em novos produtos e numa forma nova de se apresentar ao mercado, colhem os frutos do próprio investimento e de muito trabalho.

Buscaram conhecimento, se qualificaram e profissionalizaram suas estruturas, investiram em novas instalações. Sempre procuraram devolver à comunidade onde estão instaladas todo o carinho, o respeito e a confiabilidade que dela recebem.

Parece ser, até agora, uma relação ganha-ganha: Ganha o empresário; ganha a cidade com a geração de novos empregos e a oferta de serviços funerários de maior qualidade e por fim ganha o cliente, que passa a consumir produtos antes ou inatingíveis para sua classe social, ou inexistentes no mercado.


Por outro lado, esse momento para o setor funerário é o de reafirmar toda essa intrínseca  relação de confiança com o consumidor e de alardeá-la para que nossos governantes (sempre eles!) possam entender o que uma Lei, aparentemente inofensiva pode causar a um setor com mais de 5.500 empresas funerárias em todos o país e uma série de outras empresas e indústrias que alimentam o segmento.

Não é necessário fazer as contas para saber que há milhares de empregos em jogo e bilhões de consumidores que podem ficar “órfãos” num  virar de páginas.
Nesta edição, que chega num mês importante para o setor funerário: o da celebração de todos os mortos, temos uma breve história da origem da comemoração e de como os vários povos do mundo se relacionam com a tradição de referenciar seus entes que se foram. No texto, que está nas páginas do SEFESP, alguns exemplos de celebrações mantidas por empresas funerárias durante a data. Se você também celebra Finados em sua cidade, registre e envie para a Diretor Funerário, nós queremos repartir a sua experiência com nossos leitores.

Por fim acompanhe os mistérios das Múmias. Você sabe o que é uma múmia? Acredita que o nome vem do Egito e significa betume? É porque as primeiras múmias lá encontradas eram pretas e pareciam cobertas de piche. Como as múmias podem ser fabricadas pelo homem, como as egípcias, ou pela natureza, veja a impressionante história das múmias das crianças Incas.

Um grande abraço e até a próxima edição.

A Redação